terça-feira, 9 de abril de 2013

Super 9º - Gabarito

Gabarito – 9º. ano. Avaliação 09/04/2013
Parte I: Questões de múltipla escolha.

GABARITO: Não rasure!



Questão
A
B
C
D
E
1
X
2
X
3
X

segunda-feira, 8 de abril de 2013

7º ano - Grupos de trabalho

Oi, turminha!
Como estão os trabalhos?

Peço especial atenção aos grupos da Ana Nuzzi e Luisa Maestrelli. São grupos que explicarão sobre os cientistas, mas atenção, não escolham os mesmos, OK?

Sobre "as religiões", o grupo do cristianismo não deve esquecer que não é apenas o catolicismo uma religião cristã, há outras, como exemplo: evangélica, espírita...

Os demais grupos não têm como "duplicar". Os que farão sobre a Filosofia devem escolher os filósofos modernos e o outro grupo, sobre os contemporâneos. Não deixem de opinar sobre as suas escolhas.

Bom trabalho!


terça-feira, 2 de abril de 2013

O diálogo como crescimento

 
A palavra diálogo é composta de duas palavras gregas – “dia”, que significa “através de” e de “logos” que pode ser entendida como “significado, palavra, expressão, verbo, fala, relação”.
Desde o 6º. ano refletimos sobre a necessidade do diálogo e a importância que  ele tem sobre as relações humanas. É através dele que ampliamos a percepção sobre a realidade e nos tornamos cada vez mais humanos.
Sabemos dialogar bem pouco, pois sempre estamos “armados” de nossas convicções e, geralmente, não aceitamos opiniões contrárias.
A característica básica do diálogo é saber ouvir despojadamente, isto é, sem a pretensão de dominar a verdade. O diálogo não é doutrinador, é um espaço democrático onde as ideias podem fluir livremente e acrescentar sentido às nossas razões.
O texto abaixo vai complementar a  ideia sobre a importância do diálogo e como as discordâncias podem acrescentar novos horizontes à nossa percepção.

As discordâncias
 
 " [...]     Se fôssemos mais flexíveis com as discordâncias, logo destruiríamos a soberba de que somos os donos da verdade e de que ninguém sabe mais do que nós. Não deveria ser tão estranho alguém discordar de nós, até porque ninguém é obrigado a concordar com tudo nem com todos. Ainda bem que o concordar é relativo à força da persuasão! Há de se convencer alguém a concordar com você, e isso não é tão simples assim. Posso até conviver com você, mas nunca estou obrigado a concordar com seus pensamentos. 
         Volta e meia, algumas pessoas se aproximam de nós – pelo menos eu já passei por experiência parecida – para dar uma opinião esperando apenas uma confirmação positiva acerca do assunto. Ou seja, o desejo de autoafirmação das pessoas é tão forte que o diálogo crítico e autêntico acaba se banalizando ou mesmo ficando em segundo plano. Muitas vezes, sufocamos o diálogo em virtude de uma acomodação simples e passiva às opiniões alheias, quando, na verdade, segundo Paulo Freire, o diálogo “é uma relação horizontal de A com B. Nasce de uma matriz crítica e gera criticidade (Jaspers). Nutre-se de amor, de humanidade, de esperança, de fé, de confiança. Por isso, somente o diálogo comunica. E quando os dois pólos do diálogo se ligam assim, com amor, com esperança, com fé no próximo, se fazem críticos na procura de algo e se produz uma relação de 'empatia' entre ambos”(FREIRE, Paulo. Educação e Mudança. 12ª ed. São Paulo: Paz e Terra, p. 39).
         Somente uma educação com base na ironia socrática ou na humildade pode nos levar a descobrir o valor das discordâncias. Discordar eleva a discussão ao grau de maturidade intelectual em que ambos estão suscetíveis a mudar de opinião. Discordar, com isso, tira o ranço de autoridade que há no diálogo entre duas pessoas que se dizem civilizadas. Discordar fortalece os argumentos que se pretendem afirmar. Discordar nos permite ir além do óbvio. Discordar põe à prova algumas verdades estabelecidas. Discordar quebra o gelo num grupo, numa palestra chata ou numa reunião burocrática. Discordar é também saber aceitar as discordâncias e contradições no seu discurso, até porque ninguém está totalmente certo nem totalmente errado. Aliás, quando discordamos, aprendemos que não somos suficientes, e sim necessários.
        [...]“A educação crítica considera os homens como seres em devir, como seres inacabados, incompletos em uma realidade igualmente inacabada e juntamente com ela. Por oposição a outros animais, que são inacabados mas não históricos, os homens sabem-se incompletos. Os homens têm consciência de que são incompletos, e assim, nesse estar inacabados e na consciência que disso têm, encontram-se as raízes mesmas da educação como fenômeno puramente humano. O caráter inacabado dos homens e o caráter evolutivo da realidade exigem que a educação seja 'uma atividade contínua'. A educação é, deste modo, continuamente refeita pela práxis”(FREIRE, Paulo. Conscientização: teoria e prática da libertação: uma introdução ao pensamento de Paulo Freire. São Paulo: Cortez & Morais, 1979, p. 42).
         É essa sensação de inacabamento que resulta das discordâncias. Daí, serem elas tão importantes para a transformação dos valores e do modo como é visto o mundo, do modo como se contam as histórias, do modo como se falam novas coisas. Discordar, minha gente, não é ofender ninguém, mas falar de um outro modo o que ninguém, talvez, tenha falado, permitir-se ao risco de pensar novamente o que já foi pensado."

Prof. Jackislandy Meira de Medeiros Silva
Especialista em Metafísica, Licenciado em Filosofia, Bacharel em Teologia e Pós-graduando em Estudos Clássicos pela UnB/Archai/Unesco.




segunda-feira, 25 de março de 2013

7º ano - Lição de casa

Olás!!!
Vamos trabalhar com os tipos de conhecimento que temos.
Nas páginas 27, 28 e 29, do livro, vocês já poderão ter uma ideia.
O interessante é trabalhar as religiões que vocês mais se interessam em conhecer, os cientistas e filósofos que lhes chamam a atenção e que vocês gostariam de saber mais.
Dividiremos em sala esses temas, mas vão pensando.
Até mais.
Lilian

segunda-feira, 18 de março de 2013

Como anda a sua fé?

Muitos de nossos alunos nunca assistiram a um Conclave.Nessa reunião escolhe-se o novo papa.Para a nossa surpresa, nós também nunca havíamos assistido a uma escolha dessas com um papa ainda vivo. A última vez que isso ocorreu, foi há seiscentos anos.
Enfim, o mundo aguardava ansioso e na tarde fria de 13 de março o anúncio foi dado:  Francisco- o novo pontífice.
Mas, como anda a sua fé? Em que você acredita?
Essas questões ainda são relevantes uma vez que o ser humano está ligado a crenças, a convicções que o auxiliam a viver, a projetar seu futuro, a ter esperanças de realizar seus sonhos.
Mas o que muda? Questões como: homossexualismo,contraceptivos,divórcio e tantas outras,deverão ser revistas e atualizadas.
Muitas especulações a respeito de suas ações acontecem: " é dedicado à causa dos pobres"; "sua marca é a humildade";" a simplicidade é a tônica de suas ações";" a atitude primordial de um jesuíta é amar e servir". Ora, não são essas as competências esperadas de um religioso? Onde está a novidade? O seu antecessor não era assim também?
O escritor peruano, Mario Vargas Llosa, premio Nobel de literatura, disse a respeito do novo papa: " Espero que inicie o processo de modernização da Igreja,libertando-a de anacronismos como tratar de temas como sexo e mulher. Caso contrário, vai continuar perdendo audiência" ( jornal O.E.S.P. 17/03/2013).
Todos nós esperamos que a Igreja se renove, que fale bem próximo aos jovens, que se atualize e amplie seus serviços a todos os que nela depositam a fé em tempos melhores.
Bem-vindo, papa Francisco e que possa realizar tais renovações.

                                                                                                                                                          
 
 
Mario Vargas Llosa

domingo, 17 de março de 2013

Filosofia e Humildade

Paulo Freire

Todos somos filósofos, dizia Sócrates, pois temos a capacidade de refletir sobre os fenômenos, sobre a sociedade e, principalmente, sobre as atitudes humanas. Sócrates foi o filósofo da Antiguidade que
mereceu ser chamado de "O homem mais sábio de Atenas", pelo oráculo de Delfos.Sua sabedoria consistia em crer que "nada sabia", com a maior humildade possível.
Paulo Freire,prestigiado pedagogo brasileiro, compartilhou da mesma ideia de Sócrates, disse: "Ninguém ignora tudo. Ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa. Todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre".
Aprendizes, é o que somos.Para tanto precisamos de humildade a fim de não estancarmos o nosso conhecimento. Assim como a rede ( a de pescador, ou a eletrônica) que nos leva a algum item dos saberes, precisamos nos "alimentar" com muitos desses para acrescentarmos um pouquinho mais de conhecimento à nossa humilde existência.
Alunos: que nosso ano de investigação seja muito proveitoso e que saibamos ser humildes para atingirmos um pouco mais de conhecimento.Bem-vindos ao blog!