Vamos trabalhar o nosso cérebro a fim de alcançarmos os nossos objetivos.
A ciência tem muito a nos ajudar. Especialistas em psicologia e neurociência têm muito a colabora nessa conquista.
Quais são os seus planos? Realizar uma viagem, emagrecer, fazer exercícios, sair-se bem nos estudos?
Todos nós fazemos planos, só que realizá-los já é outro assunto.
Muitos de nossos planos estão em divergência com os nossos hábitos. O psicólogo e especialista em comportamento Wendy Wood, da Universidade do Sul da Califórnia diz: “ O que torna complicado mudar hábitos é justamente o que os faz tão úteis no dia a dia”.
É claro que para atingir os objetivos é necessário identificar o que realmente impulsionou esse desejo, ou seja, quais os motivos que estão motivando os esses desejos.
Os estudos de psicologia indicam que é possível atingir nossos objetivos através da aplicação de algumas estratégias que facilitarão nosso caminho.
Seja qual for o objetivo, acompanhar esses passos pode ser muito eficiente.
1º. Passo- As suas expectativas devem ser realistas.
- visualize-se atingindo o objetivo.
- pense nos obstáculos que irá enfrentar e imagin-os superandos.
- não seja tão intransigente, caso você escorrege, refaça o compromisso e siga em frente.
2º. Descubra o que o motiva.
- pense em como essa mudança pode ajudá-lo a se tornar a pessoa que deseja ser. Se for estudante, como a mudança irá interferir nas suas férias, na sua aprovação, na conquista de um concurso, no reconhecimento alheio , na sua formação profissional etc.
- não autosabotar-se é a indicação em todas as etapas.
- quando atingir parte do que necessita, valorize-se, pode até ser em forma concreta, dando-se “presentinhos” , passeio, bate-papo, cinema etc.
-registre diariamente os seus passos para que possa medir as suas conquistas. É cada vez mais frequente as pessoas fazerem blogs para compartilhar a própria caminhada.
3º. Dê um passo de cada vez.
Quando ouvimos que “a pressa é inimiga da perfeição” não é apenas um relato do senso comum, é, na maioria das vezes, sinônimo de imperfeição.
- seja flexível até encontrar a melhor maneira de mudar os hábitos.
- ajuste os prazos às necessidades reais, não fantasie . Crie planos alternativos para eentuais ‘surpresas’.
4º. Formule planos de ação.
Prepare-se para situações específicas. No caso de uma prova já marcada, separe os capítulos a serem estudados, estipule tempo para cada um, revise-os frequentemente.
Se os hábitos forem introjetados, por exemplo, estudar ficará mais fácil.
Se você vai viajar para um lugar desconhecido, estude sobre o lugar, o caminho, hospedagem, o tempo de viagem, o tempo de permanência e os lugares que gostará de conhecer.
Se o caso for alimentação, previna-se contra as pessoas que “gostam” de burlar o seu regime. Ao invés de dizer “não posso”, diga apenas, “não como, obrigado”.
Vocêpoderá consultar essa matéria na revista Scientific American, Mente e Cérebro, número 252,autora, Marina Krakovsky- jornalista científica.
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